A poesia acabou em Laranjeiras.
Sim, as poesias chegam ao fim,
mesmo nos lugares inimagináveis,
que transpiram e inspiram versos.
Ficam os fragmentos,
café-com-leite com mais café,
flores do vestido azul marinho,
mesa cativa na calçada,
o seu olhar estrangeiro
de um bairro bucólico,
que não se parece com a grande cidade
e onde a natureza nos acordou.
Sim, a poesia também deu um tempo
e talvez com o tempo volte
em Laranjeiras.
Adorei, Nê. Tô adorando as solidões cosmopolitas!
ResponderExcluirBjo, pri